sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Polícia desbarata quadrilha que falsificava cartões bancários

A Polícia Civil de Rio Branco, através da Delegacia Antiassalto, apreendeu na noite de ontem, 13, por volta da 21h00, no bairro Morada do Sol, após “campana” que durou cerca de 10 (dez) horas, em um condomínio de luxo da capital, uma máquina fabricar cartões bancários, computadores, cartões em nome de terceiros e insumos para falsificações de cartões magnéticos diversos.

No endereço foi apreendido um menor, irmão do técnico em informática Luiz Henrique do Vale Leal, 18, mentor intelectual da quadrilha de falsários que possui ramificações em vários estados da Federação e com sede em Campo Grande - MS.

Luiz Henrique é filho do estelionatário Elissandro Leal da Silva, 37, o Galinha, preso na quarta-feira, 12, após aplicar um golpe superior a R$ 100 mil em bens, adquiridos a partir de compras com cartões de crédito falsificados, aqui na capital.

A polícia descobriu que os falsários também atacaram postos de combustíveis.

Em Rio Branco, eles compraram milhares de litros de diesel e gasolina, da mesma forma e passaram a revender para terceiros o combustível, comprado de forma fraudulenta.

Dois pequenos comerciantes foram detidos nesta sexta-feira, quando tentavam abastecer seus carros em um posto de gasolina no centro de Rio Branco com requisições provenientes da fraude.

Eles foram levados para a sede da Dapc, para esclarecimentos e podem ser indiciados.

Os rapazes alegam inocência, pois compraram o diesel pelo preço de mercado, afirmando que agiram assim, porque, iam pagar de mesma forma no posto e optaram pela compra das requisições para evitar demora na hora de abastecer.

O golpe - Segundo a polícia, a fraude funcionava de forma bem planejada. Alguns membros instalavam um equipamento popularmente conhecido por “chupa-cabra” em caixas eletrônicos de agências bancárias diversas na capital, após a captação de informações sigilosas, os dados eram processados em um computador da quadrilha, que emitia os cartões magnéticos.

Ao final, o documento eletrônico era testado em uma máquina de processamento de cartões, original, da marca Cielo.

Assim, a quadrilha conseguia cartões com alto valor de compra e realizava transações pessoais e de compra e revenda de bens diversos.

Conforme o delegado Roberth Alencar, que comandou pessoalmente a campana e as investigações, a Polícia Civil, atuou de forma inteligente e célere efetuando as prisões dos chefes da quadrilha.

A ação possibilitou as apreensões de dezenas de materiais. “Nosso trabalho é incessante e daremos continuidade às investigações para efetuar a prisão dos demais membros da quadrilha, inclusive no Mato Grosso do Sul, se for necessário solicitaremos apoio das autoridades daquele Estado”, assegurou o delegado.Os computadores apreendidos pela Polícia Civil conforme a autoridade policial serão encaminhados a Departamento da Polícia Federal, para os procedimentos periciais. “A idéia é compartilhar informações com a PF, que também apura ataques contra terminais bancários da Caixa Econômica Federal na capital”, completou Roberth.

Da assessoria de Policia Civil do Acre

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