quinta-feira, 31 de março de 2011

Sinjac repudia ação da PM que “proibiu”cobertura jornalística em desocupação

O presidente do Sindicato dos Jornalistas do Acre, Marcos Vicentti, distribuiu nota a imprensa, repudiando ação policial que impediu cobertura jornalística.

NOTA DE SOLIDARIEDADE E REPÚDIO

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Acre (Sinjac) vem a público solidarizar-se com os jornalistas, que, no exercício da profissão sofreram censura e abuso de autoridade ao serem impedidos, no dia 30 de março, de registrar a ação de reintegração de posse das casas do Programa Minha Casa, Minha Vida, situadas no Conjunto São Miguel, Ilson Ribeiro II.

O Sindicato repudia ainda a argumentação veiculada pelo comando da Polícia Militar que o cordão de isolamento serviu apenas para garantir a segurança dos profissionais da imprensa.

Se toda a ação de despejo foi pautada dentro da legalidade, não havia motivos para impedir o registro do fato, pois os jornalistas são profissionais preparados para participar de ações que envolvem momentos de tensão, como guerras e conflitos.

Ao proibir a filmagem e o registro por foto, o comando da PM dá provas de desconhecimento do papel desempenhado pela imprensa do Acre, lembrando o golpe militar de 31 de março 1964, quando os militares censuraram a imprensa e derrubaram um governo democraticamente constituído.

A diretoria

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