quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Em Rodrigues Alves, policial trabalha de cueca

O vigilante Altemir Paixão diz que pretende acionar o Ministério Público para informar o constrangimento e humilhação que passou ao procurar informações sobre o seu irmão, preso por bebedeira na Delegacia de Rodrigues Alves.
Ele afirma que chegou à delegacia às 8h da manhã de domingo (22), mas a instituição estava fechada. Bateu na porta por 15 minutos, mas ninguém se manifestou.
“Depois chegou um policial, acredito que para trocar o plantão e aí bateu por mais 20 minutos na porta. Para minha surpresa, a porta foi aberta por um policial que estava só de cueca. Até confundi com um preso, porque pelo que eu sei quem fica de cueca na delegacia é o preso”, comenta.
O vigilante relata que o policial se vestiu e quando voltou o expulsou da delegacia. “Eu disse que sairia, mas procuraria meus direitos, nessa hora ele afirmou que quem mandava na delegacia era ele e decidiu queria me prender só não prendeu, porque o meu irmão se humilhou pra ele. Eu queria saber das autoridades se isso é um procedimento normal de alguém que toma conta da delegacia”, questiona Altemir Paixão.
O delegado Lindomar Ventura da Delegacia de Rodrigues Alves disse que ouviu familiares do preso, iria ouvir o policial envolvido e se confirmada às denúncias pode instaurar um procedimento administrativo para apurar a conduta do agente de polícia.
Porém, Ventura ressalta que existe uma carência de policiais. Em muitos plantões fica apenas um policial de serviço e por isso, o plantonista poderia estar dormindo, “mas receber alguém de cueca na delegacia isso não é uma conduta que condiz com a instituição Polícia Civil e por isso vamos apurar”, finaliza.

Genival Moura do Site Juruá Online


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