quarta-feira, 18 de julho de 2012

“Jamyl nunca foi perseguido no DEM, mas perseguiu pessoas do partido que não compactuaram com seus projetos pessoais”

Ray Melo

O novo presidente do DEM, João Marcos Luz quebrou o silêncio, nesta quarta-feira, 18, e resolveu apresentar sua versão, sobre a desfiliação de Jamyl Asfury, do partido.
O dirigente partidário nega que Asfury tenha sido perseguido no DEM e afirma que todos os pleitos do ex-oposicionista foram atendidos pelos membros do democratas.
“O Jamyl falta com a verdade. Ele teve todos os seus pleitos atendidos. Foi assim quando ele pediu pra ser presidente da executiva municipal e, quando ele pediu para ser presidente da estadual”, diz Luz.
João Marcos diz ainda, que o diretório regional e os membros da executiva estadual apoiaram integralmente a candidatura de Asfury à prefeitura de Rio Branco.
“Apoiamos a candidatura de Jamyl, de forma integral. Ele não foi perseguido no DEM, mas perseguiu pessoas do partido que não compactuaram com seus projetos pessoais”.
Segundo o novo presidente do DEM, o clima do partido melhorou após a saída do novo aliado de Sebastião Viana (PT). “Hoje, no DEM, há um clima de paz e alivio. é o sentimento de todos”.
Para Luz, o deputado Jamyl Asfury, nunca foi oposição, apenas usou o partido para conseguir o mandato e se aproximar da Frente Popular.
“Ele [Jamyl] tinha um projeto político individual, nunca pensou no partido de forma coletiva, nem foi oposição. Ele usou o DEM para ganhar a simpatia da FPA”, enfatiza Luz.
Finalizando, o dirigente provisório disse que “a nossa meta é unir e grupar o partido, junto à oposição e preparar a legenda para os desafios do futuro”, destaca João Marcus.

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