sábado, 28 de julho de 2012

Líder de gangue é morto a tiro no bairro Caladinho


Faisca morto a tiro
Fumaça era considerado um dos terrores do bairro; agora ficou o irmão, o Fumaça (Foto: Reprodução)
O desempregado Anderson Franco dos Santos, o “Fumaça”, de 19 anos, foi morto a tiro pela polícia, depois de reagir à prisão e fazer refém uma mulher, no bairro Caladinho. O indivíduo é o mesmo que há uma semana foi denunciado por moradores locais como sendo o líder de uma gangue que vem impondo o terror na região.
Fumaça agia sempre com o irmão gêmeo, apelidado de Faísca e que também está sendo procurado. Os dois comandavam um grupo que promovia vários assaltos e teria cometido estupros a mulheres da região.
Na noite desta quinta-feira, policiais militares faziam um patrulhamento pelas ruas do bairro Caladinho, quando encontraram o indivíduo, que estava com mandado de prisão em aberto.
De acordo com a polícia, para não ser preso, ele invadiu uma casa e armado com uma faca peixeira, fez a dona da casa de refém. Quando os policiais tentaram mobilizá-lo, ele teria tentado esfaquear um dos militares. Foi então atingido com um tiro e morreu a caminho do Pronto Socorro, quando era atendido pelo Samu.
Na ação policial, Marilene Franco dos Santos, mãe de Anderson Faísca, que também era procurada, foi presa, mas liberada nesta manhã de sexta-feira, 27.
Enquanto era socorrido pelo Samu, um membro da gangue da qual Faísca participava, tentou invadir a mercearia do comerciante Francisco Nizomar da Silva, que havia denunciado os irmãos na imprensa.
marilene franco santos
Marilene Franco também foi presa sob acusação de participar da gangue do filho (Foto: EcosDaNoticia.com.br)
O comando do 5º Batalhão da Polícia Militar enviou uma radiopatrulha para o local e garantir a segurança do comerciante e de sua família.
Dias de medo – Segundo os moradores do Caladinho, há cerca de seis meses, Anderson e seu irmão, o Faísca, vinham comandando uma gangue que promovia o pânico a moradores e comerciantes do Caladinho.
Sem se importar com a polícia, os gêmeos promoviam arrastões, arrombamentos, assaltos e estupros. Uma de suas vítimas sexuais foi uma adolescente deficiente mental.
Na madrugada de quarta-feira, eles atearam fogo na mercearia de Nizomar da Silva, porque o proprietário denunciou as ações violentas da gangue na imprensa. O comerciante chegou a ser assaltado por cinco vezes.

Alex Lima

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