quinta-feira, 19 de julho de 2012

Prefeito de Manoel Urbano pagava as contas da cidade com ‘’tijolo’’

O prefeito de Manoel Urbano, Francisco Sebastião Mendes, descobriu uma forma inovadora de administração. Contratava serviços e pagava as contas da cidade na base do tijolo. Ao invés de dinheiro, ele entregava aos fornecedores tijolos produzidos na olaria municipal.

O problema é que o movimento da olaria não era registrado em caixa, de forma que o prefeito não teve como justificar seus gastos ao Tribunal de Contas do Estado (TCE). Não deu outra: o prefeito foi multado em R$ 1,4 mil e condenado a devolver R$ 10,6 mil aos cofres públicos.

Ao usar a olaria do município para pagar as contas da Prefeitura, elel simplesmente contratava o serviço e pagava com tijolos.

Os R$ 10,6 mil são os valores prováveis dos pagamentos feitos em tijolos por Francisco Mendes.

A olaria de Manoel Urbano surgiu depois de um convênio com o governo Federal em 1999. O empreendimento ajudaria a tijolar as ruas da cidade e levantar prédios públicos.

As negociações do prefeito só foram descobertas depois de uma inspeção dos técnicos do Tribunal de Contas do Estado. Eles descobriram que a Olaria era usada como moeda de troca. O prefeito sequer tinha a preocupação de administrar os custos e quanto era produzido, soube-se apenas que os tijolos produzidos estavam sendo usados para pagar as contas feitas pelo prefeito. Os relatórios fiscais da prefeitura de Mâncio Lima foram analisados na sessão desta quinta-feira, 19.

Adailson Oliveira

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