segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Com IPTU Verde, Bocalom quer tornar Rio Branco uma cidade arborizada e sustentável

 
Bocalom22102012Apesar de ser a capital do Estado onde o governo se diz da floresta, Rio Branco é uma cidade que sofre com a falta de arborização. Segundo dados oficiais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apenas 6,9 mil dos quase 100 mil domicílios urbanos têm algum tipo de árvore em frente de casa. Uma realidade que contrasta com a tal chamada “florestania”.

Uma das metas previstas no plano de governo de Tião Bocalom (PSDB) é tornar Rio Branco uma cidade verde e sustentável. Por meio do IPTU Verde Bocalom incentivará que cada morador plante uma árvore em frente ao imóvel. Quem adotar a ideia terá desconto no pagamento do Imposto Predial Territorial Urbano. O índice de inadimplência do IPTU chega perto dos 50%.

A partir de 2013 Bocalom também adotará mecanismos para fortalecer a coleta seletiva. Por meio de incentivos, o prefeito tentará formas para que os rio-branquenses passem a separar o lixo, colocando plástico, papel, garrafas e outros materiais em recipientes diferentes.

Outra ação emergencial de Bocalom é recuperar os igarapés que cortam a cidade. Hoje estes mananciais sofrem agressões diárias, pois o esgoto é despejado in natura, além da grande quantidade de lixo em suas margens. Uma das principais ações do tucano é buscar recursos em Brasília para a construção de Estações de Tratamento de Esgoto (ETE).

Para isso Bocalom terá o apoio do PP, de seu vice Alysson Bestene, que comanda o Ministério das Cidades. “É um absurdo vermos todos os dias esgoto sem nenhum tipo de tratamento sendo jogado no rio Acre e em nossos igarapés. O Canal da maternidade tinha o projeto para uma ETE, mas parece que o dinheiro sumiu e o esgoto vai in natura para o rio”, afirma o candidato.

Enquanto tem sofrido uma série de agressões dos adversários, Bocalom responde com propostas. “É triste ver que o PT esqueceu as propostas é voltou a sua origem que é a baixaria e o jogo da difamação, mas não iremos entrar nessa, continuaremos conversando com o eleitor, pois ele é o patrão”, afirma.

Da assessoria

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