quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Homicida que matou no Brasil e na Bolívia é preso novamente

Acusado matou um a pauladas e outro golpes de facão na cabeça e escondeu o corpo
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Depois de quase quatro anos de investigação e várias tentativas de captura, os agentes civis lotados da delegacia de polícia da de Brasiléia (Acre), conseguiram colocar atrás das grades, um homem que leva consigo, duas mortes brutais.
O primeiro assassinato, ocorreu na zona rural de Epitaciolândia, na Comunidade do Ramal do no ano de 2004. Oceano Pereira Cardoso (26), matou um homem a pauladas e chegou a ser preso, julgado e condenado a mais de 10 anos pelo crime.
O acusado cumpriu quase cinco anos de reclusão, mas, foi beneficiado pela progressão de e garantiu seu direito de cumprir o restante em regime semiaberto e ficou livre para poder trabalhar e viver tranquilamente.
Oceano ficou trabalhando com serviços braçais pelas fazendas próximas a fronteira do Acre com a Bolívia e deveria se apresentar à Justiça brasileira em cada final de mês. E assim tentou viver conseguir um trabalho na fazenda do médico bastante conhecido em Cobija, doutor Burgos.
Num certo dia, Oceano estaria bebendo com outro brasileiro, Geciene Cavalcante dos Santos (34), com que teria se desentendido devido ciúmes da mulher. Este lhe teria dito que os dois iriam ter uma conversa em tom de ameaça e não sabia que acabara de assinar sua sentença.
Foi quando Oceano se apossou de um terçado e desferiu cerca de oito golpes, inclusive na cabeça de Geiciano, lhe tirando a vida. Tentando se livrar das provas, o corpo foi escondido numa cova rasa e ainda disse que teria recebido ajuda de dias mulheres.
Somente algum tempo depois, conseguiram encontrar a cova com ossos de Geciane, mas o principal acusado tomou rumo ignorado e ficou se escondendo pelas fazendas próximo a fronteira nesses anos até ser localizado e preso.
Com o agravante do crime além de ocultação e cadáver, o mesmo poderá ser condenado novamente à pena máxima. Oceano já não é réu primário e o inquérito será enviado a Justiça até que se pronuncie sobre o caso.

Alto Acre

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