quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Fenaban silencia e bancários entram no sexto dia de greve

imageNem a chuva e frio desmotivou os bancários no sexto dia de paralisação. Cedo da manhã dirigentes sindicais estavam nas unidades explicando a sociedade a continuidade do movimento grevista.
Os bancários entram na segunda semana de greve ampliando o número de unidades paralisadas. Nesta terça-feira, 36 das 56 agências no território acreano estavam com os serviços suspensos aos clientes e usuários.
Os bancários aprovaram a greve por tempo indeterminado nas assembleias realizadas em todo o país
Esse número, segundo o presidente Edmar Batistela é bastante representativo, correspondendo a quase 70% das unidades paralisadas em nosso estado.
A greve bancária cresce a cada dia. No primeiro dia de paralisação cerca 6 mil unidades estavam com suas portas fechadas aos clientes e usuários. No segundo dia, esse número ampliou para mais de 7 mil, chegando ao quinto dia de greve a 9 mil unidades paralisadas.

Nesta Campanha Salarial os bancários reivindicam 11,93% de reajuste, valorização do piso salarial, PLR maior, mais empregos e fim da rotatividade e das terceirizações, melhores condições de saúde e trabalho, mais segurança nas agências e igualdade de oportunidades.
Os bancários aprovaram a greve por tempo indeterminado nas assembleias realizadas em todo o país no dia 12 de setembro, depois de quatro rodadas de negociação com a Fenaban. Os bancos apresentaram a única proposta no dia 5 de setembro, que é de 6,1% repondo apenas à inflação do período pelo INPC.
NEGOCIAÇÕES PARALISADAS
A Fenaban frisou no fim da tarde desta segunda-feira (23), em comunicado, que “não há nenhuma rodada de negociação marcada” e que a entidade “aguarda posição do sindicado sobre a proposta global contendo reajuste salarial de 6,1%, que corrigirá salários, pisos e benefícios. Será mantida a mesma fórmula de participação nos lucros, com correção dos valores fixos e de tetos em 6,1%”.
Manoel Façanha.

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